Total de visualizações de página

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Programação do VI Simpósio Nacional: o lugar do Contestado na História do Brasil - 19 a 22 de outubro de 2020

 

Dia\hora

Segunda, 19 outubro

Terça, 20 outubro

Manhãs das 9 às 12h

Comunicações de trabalhos: Mesa 1 Universo religioso e práticas de Cura no Planalto e Mesa 2 O passado revisitado: historiografia e tradições intelectuais.

Comunicações de trabalhos: Mesa 3 Insurgências religiosas e lutas políticas na República e Mesa 4 Conflitos agrários e disputas territoriais.

Tardes: das 14 às 17h

 

Apresentação dos Banners de bolsistas de Iniciação científica

Noites: das 19 às 21h

19h – Cerimônia Abertura

19:30h Conferência de Abertura. Prof. Pedro Lima Vasconcellos (UFAL) “O mundo do Contestado visto desde o Belo Monte de Antônio Conselheiro: entre afinidades e confrontos”

 19h. Conferência Prof. Daniel Luciano Gevehr (FACCAT) “O protagonismo feminino no mes-sianismo no extremo sul do Brasil: uma análise sobre Jacobina Mentz Maurer”

Dia\hora

Quarta, 21 outubro

 Quinta, 22 de outubro

Manhãs

Das 9 às 12h

Comunicações de trabalhos: Mesa 5 Contestado e História Pública: conexões com o ensino de história, Mesa 6 Estruturas de poder e repressão e Mesa 7 Quando as imagens falam: artes plásticas e fotografia no Contestado

Comunicações de trabalhos:   Mesa 8 A Guerra contínua: conflitos e política no pós-Contestado e Mesa 9 Patrimônio, memória e identidade  

tardes

 

 

Noites

Das 19 às 21h

19h. Palestra Prof. Francisco Régis Lopes Ramos (UFC) “A memória do Caldeirão: uma ideia para adiar o fim do mundo.

19h – Mesa: “O lugar de escuta: o Contestado e o Ensino de História no Brasil” Profs. Arthur Luiz Peixer (Rio das Antas)

Rosecley Golinski Nogueira (Fraiburgo)

Hellen Heine Barreto Ferreira (Lebon Régis)

Mateus Henrique Torcatto (Videira)

21h. Cerimônia de encerramento

 O Simpósio ocorrerá totalmente de forma remota, com transmissão através da plataforma youtube

neste link :  VI Simpósio Nacional


quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Nova Chamada de Trabalhos - VI Simpósio do Contestado

NOVO CRONOGRAMA

Em função da pandemia, que resulta na impossibilidade de um evento presencial, o VI Simpósio Nacional "O Lugar do Contestado na História do Brasil" será realizado por videoconferências em modo remoto. Para tanto, reescalonamos os prazos de inscrição e envio de textos e áudios.
Os resumos já enviados até 31 de julho não precisam realizar nova inscrição, apenas necessitam seguir os prazos finais.

Cronograma e Inscrições:

Até dia 4 de setembro de 2020– Inscrição de resumos de comunicações para pós-graduandos, profissionais e banners de graduandos (informando nome completo, co-autoria ou orientação, quando for o caso, Instituição, endereço, RG e CPF) em resumos com até 15 linhas com título e três palavras-chave. Os resumos e dados solicitados deverão ser encaminhados a página do evento:

Até dia 15 de setembro de 2020 – Homologação dos trabalhos inscritos e envio de Cartas de Aceite.

Até dia 10 de outubro de 2020 -  Envio de áudios\vídeos com comunicação completa (instruções detalhadas seguirão com Carta de Aceite.

Até dia 15 de outubro de 2020 – Envio dos textos completos das comunicações pelos autores com especificações definidas na Carta de Aceite.

De 19 a 22 de outubro realização do VI Simpósio Nacional sobre o Contestado: o lugar o Contestado na História do Brasil, por videoconferência em plataforma que será informada na Carta de Aceite e divulgada nas redes sociais.

O Grupo de Investigação sobre o Movimento do Contestado (GIMC, do Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq) convida pesquisadores(as), professores(as) e estudantes (de graduação e pós-graduação) a participar do VI Simpósio Nacional. O evento tem como finalidade a análise e o debate a respeito de novas fontes e abordagens sobre a vida, a história e os conflitos ligados ao movimento social do Contestado, sob os pontos de vista social, econômico, ambiental, cultural e religioso. Desejamos envolver participantes da área de História e das Ciências Humanas, incluindo os estudos nos campos literários e artísticos. O Simpósio compreenderá o estudo não apenas de episódios ligados à Guerra do Contestado, mas também à vida e tradições das populações do planalto meridional, ao extenso território ligado à tradição do monge João Maria (como nos planaltos do Rio Grande do Sul e do Paraná). No mesmo sentido, o evento estimulará a inscrição de estudos sobre movimentos sócio-religiosos ocorridos no Brasil, como Monges Barbudos, Canudos, Juazeiro, Pau de Colher, Santa Dica, Caldeirão e outros. Entre as abordagens desejadas, além da pesquisa sobre novas fontes e acervos especializados, compreendendo fontes documentais, orais, fotográficas e memorialísticas, uma ênfase será dedicada à reflexão sobre o Contestado no ensino de História e as disputas na Memória Pública. Pesquisas sobre a participação de populações indígenas e negras nestes movimentos deverão ter espaço especial na programação.
As inscrições se darão nas modalidades de comunicação de texto integral (de 15 a 20 páginas), para profissionais e estudantes de pós-graduação, e a modalidade de apresentação de banners, para estudantes de graduação. As inscrições são gratuitas para todas as categorias de participantes.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

VI Simpósio Nacional: o lugar do Contestado na História do Brasil


Chamada de Trabalhos

Florianópolis, Campus da UFSC, 19 a 21 de outubro de 2020.

O Grupo de Investigação sobre o Movimento do Contestado (GIMC, do Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq) convida pesquisadores(as), professores(as) e estudantes (de graduação e pós-graduação) a participar do VI Simpósio Nacional. O evento tem como finalidade a análise e o debate a respeito de novas fontes e abordagens sobre a vida, a história e os conflitos ligados ao movimento social do Contestado, sob os pontos de vista social, econômico, ambiental, cultural e religioso. Desejamos envolver participantes da área de História e das Ciências Humanas, incluindo os estudos nos campos literários e artísticos. O Simpósio compreenderá o estudo não apenas de episódios ligados à Guerra do Contestado, mas também à vida e tradições das populações do planalto meridional, ao extenso território ligado à tradição do monge João Maria (como nos planaltos do Rio Grande do Sul e do Paraná). No mesmo sentido, o evento estimulará a inscrição de estudos sobre movimentos sócio-religiosos ocorridos no Brasil, como Monges Barbudos, Canudos, Juazeiro, Pau de Colher, Santa Dica, Caldeirão e outros. Entre as abordagens desejadas, além da pesquisa sobre novas fontes e acervos especializados, compreendendo fontes documentais, orais, fotográficas e memorialísticas, uma ênfase será dedicada à reflexão sobre o Contestado no ensino de História e as disputas na Memória Pública. Pesquisas sobre a participação de populações indígenas e negras nestes movimentos deverão ter espaço especial na programação.
As inscrições se darão nas modalidades de comunicação de texto integral (de 15 a 20 páginas), para profissionais e estudantes de pós-graduação, e a modalidade de apresentação de banners, para estudantes de graduação. As inscrições são gratuitas para todas as categorias de participantes.
Cronograma e Inscrições:

Até dia 31 de julho 2020– Inscrição de resumos de comunicações para pós-graduandos profissionais e banners de graduandos (informando nome completo, co-autoria ou orientação, quando for o caso, Instituição, endereço, RG e CPF) em resumos com até 15 linhas com título e três palavras-chave. Os resumos e dados solicitados deverão ser encaminhados ao e-mail centenariocontestado@gmail.com ;

Até dia 10 de setembro de 2020 – Homologação dos trabalhos inscritos e envio de Cartas de Aceite.

Até dia 30 de setembro de 2020 – Envio dos textos completos das comunicações pelos autores ao mesmo e-mail de inscrição.

De 19 a 21 de outubro realização do VI Simpósio Nacional sobre o Contestado: o lugar o Contestado na História do Brasil no Campus Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina, Bairro Trindade, Florianópolis, no Auditório do Bloco E-Anexo do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.

O VI Simpósio Nacional sobre o Contestado conta com apoio da FAPESC\CNPq (Edital n. 4\2019 – PRONEM).



terça-feira, 10 de dezembro de 2019

Conselho Estadual de Cultura de SC a favor do Vale do Contestado


     O Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina vem a público se manifestar sobre a decisão da Instância de Governança Regional do Vale do Contestado que deliberou pela mudança da denominação turística desta região para Vale dos Imigrantes.
     No entendimento deste Conselho, a mudança de nome e o desmembramento da região desprezam os acontecimentos que singularizam a história local e ignoram as características históricas e culturais dos municípios envolvidos, colocando em risco o patrimônio cultural material e imaterial, vivos na região.
   O nome 'Vale do Contestado' está ligado diretamente ao episódio conhecido como Guerra do Contestado e representa especialmente a cultura cabocla do início do século passado, que hoje possui milhares de descendentes e contempla diferentes grupos étnicos partícipes da formação histórica regional. Este nome representa muito mais que uma demarcação turística, e simboliza a diversidade e complexidade histórica de Santa Catarina e do Brasil.
   Este conselho sempre buscou a valorização da história e da memória da região do Contestado, inclusive na construção dos processos que envolvem, além da cultura, importante aspecto da definição dos limites territoriais do estado de Santa Catarina e do seu desenvolvimento social e econômico.
   Desta maneira, motivados pelo bom senso, pelo reconhecimento e afirmação da história regional, marcada por singular patrimônio próprio, solicitamos que seja anulada a decisão de mudar a denominação já consagrada, e que o nome 'Vale do Contestado' volte a congregar e identificar todo o território que foi cenário desse importante capítulo da formação da sociedade brasileira.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Em defesa da Memória, da Justiça e da Cidadania das populações do Contestado

       O Grupo de Investigação sobre o Movimento do Contestado, do Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPQ, certificado desde janeiro de 2011, integrado por pesquisadoras(es) de 8 Universidades do Sul do Brasil,  vem a público manifestar sua enfática discordância com a decisão proferida no dia 04 de julho de 2019 pela Instância de Governança Regional do Vale do Contestado que, de maneira isolada de seus Municípios, entidades educacionais, Universidades, órgãos legislativos e Instituições de Memória da região, em reunião esvaziada, decidiu por mudar o nome da região turística para Vale dos Imigrantes.
        A decisão, que foi justificada em ata como melhor maneira de ”se ver” e de “se vender” a região como roteiro turístico, é absolutamente equivocada por razões econômicas, políticas, sociais e históricas.
        Em primeiro lugar é importante se identificar que o nome “Vale do Contestado” é muito mais do que uma demarcação “turística”. Trata-se de uma identidade regional construída em memória ao conflito ocorrido entre 1912 e 1916 neste território que viveu um importante episódio da História Brasileira e Catarinense, com o sacrifício de milhares de homens, mulheres e crianças, principalmente das populações mais pobres e desassistidas deste território: índios, negros, caboclos e imigrantes pobres. A luta por terra, liberdade e dignidade, animada na tradição do monge João Maria, ocupou amplos territórios do meio-oeste e planalto norte, central e sul de Santa Catarina, onde mais de 10 “cidades Santas” se formaram, para construir uma vida com justiça e dignidade. Além de reagir contra a arrogância de Coronéis, empresa madeireira, a multinacional ferroviária e chefes políticos autoritários, os sertanejos procuraram construir uma nova vida. O movimento teve seguimento em outras regiões do sul do Brasil (como o movimento dos indígenas de Pitanga, em 1923 ou o movimento dos Monges Barbudos em Soledade, Rio Grande do Sul, em 1935). A partir dos anos 1980, com o processo de redemocratização da sociedade brasileira, o nome Contestado deixou o silenciamento forçado e passou a homenagear as pessoas que deram suas vidas por um mundo melhor.
        Em segundo lugar, se o objetivo é criar uma marca turística regional, nada mais falso do que negar a História local e buscar uma identidade forçada, que exclui setores significativos da população local. Os imigrantes também participaram das “Cidades Santas” no movimento do Contestado, sendo que muitos descendentes de alemães, italianos e poloneses adotaram modos de vida e crenças dos caboclos da região. O primeiro monge João Maria (Giovani Maria Agostini) era um italiano do Piemonte. Portanto, a marca do Contestado, além de possuir uma História local, é inclusiva agregando diferentes grupos étnicos. A oposição ao nome do Contestado parece nascer de um preconceito contra as populações rurais tradicionais mais pobres e a adoção de um modelo europeizado apaga a diversidade existente no território. A opção pelo “Vale dos Imigrantes” é economicamente ineficaz, pois se trata de vender o que não é representativo e de se desvalorizar o que se possui.
        Em terceiro lugar, o processo decisório ignorou as populações, as Câmaras Municipais, as Universidades, os Institutos Federais, as entidades da sociedade civil, pesquisadores, imprensa, os Museus e demais Instituições de Memória de toda a região. A decisão não foi precedida por um debate público efetivo sobre a questão. O argumento de que a pauta da Governança foi deliberada com antecedência é absolutamente insuficiente para resolver o déficit de participação social na deliberação. A descrição de que o nome escolhido foi resultado de um tipo específico de “dinâmica” entre os poucos nomes presentes à reunião, representando apenas 20 dos 50 Municípios da Região é inadmissível, uma vez que a representação além de não contar com a participação de todos os municípios atingidos diretamente pela questão, se restringiu unicamente ao setor do Turismo, excluindo todos os demais setores da sociedade o direito de escolha acerca da denominação da região em que vivem, e que os identifica enquanto sujeitos possuidores de memória e de história. Os representantes que deliberaram eram, em sua maioria, secretários e empresários de Turismo, poucos eleitos por suas comunidades. Trata-se de um desrespeito aos mais de 500 mil habitantes deste território. Foi um equívoco político total.
        Desta maneira, como amigos e amigas da população do Contestado, profundamente motivados por compromissos de pesquisa e trabalho que envolvem responsabilidade, respeito e cuidado com as populações que estudamos e acompanhamos há muitos anos, nos somamos a outras Instituições, colegas pesquisadores e entidades da sociedade civil, particularmente ao Fórum de Defesa da Civilização e da Cultura Cabocla e exortamos os órgão públicos de Memória Municipais, Estaduais e Federais, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, o Governo do Estado, a Fundação Catarinense de Cultura e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Ministério Público Estadual, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina e, nas palavras do monge João Maria, todos os que “são a favor da Justiça e dos que sofrem”, que seja anulada a decisão de denominação da região e que retorne o nome de “Vale do Contestado” a esta bela e acolhedora região.
                  Florianópolis, novembro de 2019.
Assinam entidades e indivíduos:

*Grupo de Investigação sobre o Movimento do Contestado – CNPq
*Associação Nacional de História, ANPUH, Núcleo Santa Catarina
*Observatório da Região e da Guerra do Contestado – UEL
*Lab. de Geograf., Território, M. Ambiente e Conflito - GEOTMAC – UEL
*Associação Paulo Freire de Educação e Cultura Popular – APEFEC
*Biblioteca Comunitária Alisson Zonta, Fraiburgo;
*Conselho de Entidades dos Bairros Nsa. Sra. Aparecida e São Miguel, Fraiburgo;
*Escola de Educação e Organização Popular do Contestado;
*Fórum Regional em Defesa da Civilização e Cultura Cabocla;
*Pastoral da Juventude Rural - PJR-SC.
*Pastoral da Juventude do Meio Popular, PJMP-SC.
*Associação Cultural Coração do Contestado - Trombudo do Contestado (Lebon Régis).
*Associação Cabocla Filhos do Contestado - Timbó Grande
*Associação dos Amigos do Museu Hist. e Antrop. do Contestado, Caçador.
*Ação Social do Contestado - Trombudo do Contestado (Lebon Régis).
*Laboratório de Imagem e Som – UDESC
*Laboratório de Relações de Gênero e Família – UDESC
*Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais – UDESC
*Laboratório de Patrimônio Cultural – UDESC
*SINTESPE-SC (Sindicato Trabalhadores Serviço Público Estadual)
*Laboratório de História Social da Cultura e do Trabalho – UFSC
*Companhia Mútua de Teatro de Animação, Itajaí.
*SINTE (Sindic. Trabalhadores Educação do Estado)-Chapecó
*IMDH - Instituto de Memória e Direitos Humanos - UFSC
*Grupo de Estudos e Pesquisas em Patrimônio Cultural, São José dos Pinhais, PR.
*Coletivo Memória, Justiça e Verdade - SC
*Laboratório de Imigração, Migração e História Ambiental - UFSC 
*ANDES-UFSC Seção Sindical do ANDES-Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior.


Prof. Paulo Pinheiro Machado – Depto. de História – UFSC
Profa. Márcia Janete Espig – Depto. de História – UFPEL , Pelotas.
Prof. Rogério Rosa Rodrigues – Depto. de História – UDESC
Prof. Delmir José Valentini – Depto. de História – UFFS, Chapecó
Prof. Alexandre Assis Tomporoski - UnC, Canoinhas.
Prof. Flávio Braune Wiik- Depto. de C. Sociais – Un. Est. Londrina.
Prof. Nilson César Fraga - Geografia - Un. Est. de Londrina.
Deputada Luciane Carminatti, Pres. Comissão de Educação, Cultura e Desporto da ALESC.
Prof. Jilson Souza, Educador e Comunicador popular, Fraiburgo
Museóloga Letissia Crestani, Museu do Contestado, Caçador.
Profa. Cristina Dallanora – Doutora em História – UFSC
Profa. Viviani Poyer – Universidade Federal Fluminense \ FAPERJ
Profa. Tânia Welter – Instituto Egon Schaden – São Bonifácio – SC
Prof. Cleber Duarte Coelho – Depto. de Metodologia de Ensino – UFSC
Prof. Ancelmo Schörner – UNICENTRO, Irati, Paraná
Profa. Janaína Neves Maciel – UNIFACVEST, Lages-SC
Prof. José Carlos Radin – UFFS, Campus Chapecó.
Márcia Paraíso, Documentarista, Plural Filmes.
Laura Correa, Teatróloga, Cia. Mútua, Itajaí.
Guilherme Peixoto, Teatrólogo, Cia. Mútua, Itajaí.
Manoel Inácio Camilo Carreira, Conselheiro Estadual de Cultura (gestão 2017-19)
Profa. Alcimara Aparecida Foetsch, UNESPAR, União da Vitória.
Profa. Fernanda Zanotti, Instituto Federal Catarinense, Campus Videira.
Profa. Beatriz Gallotti Mamigonian, Depto. História, UFSC
Profa. Vanessa Ludka, Geógrafa, Univers. Norte do Paraná.
Profa. Diane Daniela Gemelli, UNESPAR, União da Vitória.
Prof. Fabian Filatow, Canoas, RS.
Prof. Silas Rafael Fonseca, UNESPAR, União da Vitória.
Profa. Rita Inês Peixe, IFSC, Campus Itajaí.
Prof. Gabriel Carvalho Kunrath, UFPEL, Pelotas, RS.
Prof. Ricardo Eusébio Valentini, UFRGS, Porto Alegre;
Prof. Emerson César de Campos, FAED\UDESC.
Profa. Sônia Weidner Maluf, Antropóloga, UFSC\UFPB
Prof. Emerson Souza, São Bento do Sul
Profa. Natália Ferronato da Silva, UDESC, ProfHistória;
Prof. Fábio Luiz Aguiar, São Bento do Sul.
Lúcia Haygert, Antropóloga, Florianópolis.
Profa. Géssica Pinto Rodrigues, mestranda UFFS, Chapecó.
Profa. Maria Bernardete Ramos Flores, História, UFSC.
Prof. Thyago Weingantner de Oliveira Ramos, Rio das Antas
William Peres, Coord. Relações Externas IFSC, Campus Caçador
Juciara Cordeiro, Assistente Social, IFSC, Videira
Fátima Maria Ferreira Franz, Arquiteta e Urbanista, Joaçaba.
Profa. Cristina Scheibe Wolff, Depto. História, UFSC.
Prof. Luiz Antônio Laudelino Coelho, Educador Marcial, Fraiburgo.
Prof. Gustavo Glodes Blum, Geógrafo, Curitiba.
Profa. Suzane Faita, Lages.
Profa. Maria Alice Hoss de Moraes, Florianópolis.
Prof. Paulo Maurício Cavalheiro França, Caçador.
Eduardo Schwartz Branco, Arquiteto e Urbanista, Lages.
Prof. Arthur Luiz Peixer, Rio das Antas
Profa. Karoline Fin, Fraiburgo.
Prof. Matheus Giacomo de Luca, Florianópolis
Ângela Zatta, Escritora, Videira.
Padre Celso Carlos Puttkammer dos Santos, Fraiburgo
Profa. Zilma Isabel Peixer, UFSC, Curitibanos.
Prof. Jorge Luiz Gonçalves, Caçador
Prof. Thiago Yaakov Moreira, Caçador\ União da Vitória
Prof. Tiago Kramer de Oliveira, Depto. História, UFSC
Engenheiro Gabriel da Costa Leite – Caçador
Padre Reneu Zortea, São Miguel do Oeste.
Profa. Mariana Joffily, Depto. História, UDESC
Prof. Claudinei de Oliveira, Caçador\Matos Costa.
Talita Cristina de Oliveira, Mestranda Filosofia, UFSC
João Carlos Caetano, Cirurgião Dentista, Florianópolis
Alexandre Fossatti, Empresário, Curitibanos
Luciana Rossato, Depto. História, UDESC.
Acad. Wesley Padilha, Pastoral da Juventude, IFSC São Miguel do Oeste
Acad. Tayson Bedin, Pastoral Juventude, IFSC São Miguel do Oeste
Acad. João Felipe Alves de Moraes, UDESC.
Hilton Bley Polatti, aposentado, Joinville.
Profa. Caroline Jaques Cubas, Depto. História, UDESC
Prof. Fernando Vojniak, UFFS, Campus Chapecó
Prof. Adriano Luiz Duarte, Depto. História, UFSC.
Padre Márcio Martins Rosa, Trombudo do Contestado (Lebon Régis).
Profa. Joana Célia dos Passos, CED, UFSC
Prof. Ivan Carlos Serpa, IFC, Campus Camboriú.
Profa. Marília Mezzomo Rodrigues, CCE, UFSC
Profa. Márcia Ramos de Oliveira, Depto. História, UDESC
Profa. Rose Elke Debiase, Museóloga, Un. Federal Sergipe.
Profa. Maria Teresa Santos Cunha, UFSC\UDESC
Prof. Rafael Pereira Simonetti, Rede Pública, Estado de São Paulo
Profa. Ana Lúcia Vulfe Notzold, Depto. História, UFSC
Juliana Dreher, Arquiteta, Florianópolis.
Profa. Onete Silva Podeleski, Historiadora e Antropóloga
Profa. Flávia Paula Darossi, Doutoranda em História, UFSC.
Profa. Joseanne da Silveira Pinheiro, Florianópolis.
Profa. Maria de Fátima Fontes Piazza, História, UFSC
Ana Maria Bernardo de Souza, aposentada, Imbituba.
Profa. Camila da Rosa, Educadora Social, Prefeitura de Florianópolis.
Prof. Eduardo Perondi, Doutorando, UNAM, México.
Profa. Elisa Schemes, Historiadora e Museóloga, IFSC, Campus Continente, Fpolis.
Profa. Dariane Carlesso, Pedagoga, Guatambú – SC
Profa. Kátila Stefanes, Rede Pública, Florianópolis
Prof. Daniel Granada, UFSC, Curitibanos
Profa. Aparecida Takigawa, Florianópolis
Milton César Pozzo da Silva, Advogado, Curitibanos
Profa. Carolina Wiik, Aposentada, Florianópolis
Leny Maria Wagner Garcia, Enfermeira, Blumenau
Prof. Tiago Rafael Marczal, Cruz Machado- PR
Profa. Manoela de Leon Nóbrega Reses, UFSC, Curitibanos
Jéssica da Silva Podeleski, Engenheira Agrônoma, Passo Fundo-RS
Rodrigo Marcelino, Motorista, Curitibanos
Clóvis Ricardo Montenegro de Lima, Pesquisador Titular, Min. Ciência e Tecnologia.
Alisson Camargo, Arquiteto e Urbanista, Curitibanos
Profa. Gilmara de Campos Ferreira, Florianópolis.
Leonardo Teles Mendes, Eletricista, Curitibanos
Irineu João Luiz e Silveira Júnior, mestrando em História, UDESC
Prof. Paulo Krischke, Sociologia Política, UFSC
Eloi Giovane Muchalovski, Mestre em História, Canoinhas
Prof. Mário Steindel, Biólogo, UFSC
Tânia Gollneck, Teatróloga, Navegantes.
Janine Gomes da Silva, Depto. História, UFSC
Prof. Roni Pereira, Videira.
Profa. Marli Auras, Centro de Educação, UFSC
Horácio Álvarez, Guia de Turismo, Florianópolis.
Luciano Chinda Doarte, Coord. Grupo de Estudos e Pesquisas em Patrimônio Cultural, São José dos Pinhais, PR
Profa. Thayse Fernanda Rosa, Florianópolis
Prof. João Klug, Depto. de História, UFSC
Geraldo Máximo de Oliveira, Consultor Ambiental, Doutorando FURB, Blumenau
Prof. Waldomiro Lourenço da Silva Júnior, Depto. História, UFSC
Marcelo Vieira, Músico e Historiador, Curitiba
Patrícia Freitas Schemes Assumpção, Assistente Social, UFSC, Curitibanos
Maria Célia di Bernardi Lopes, Produtora Cultural, Florianópolis
Profa. Sueli Camargo, Lebon Régis.
Profa, Adriana D'Agostini, EED/CED, UFSC
Profa. Márcia Valério, Florianópolis.
Eduardo Maurício dos Santos, Acadêmico em Direito, Curitibanos
Bárbara Marins Pettres, Jornalista, Florianópolis
Mirian Cardoso, Cirurgiã Dentista, Criciuma
Renato Bradbury de Oliveira, Mestrando Literatura, UFSC.
Luan Cenci, Técnico em Informática, Videira.
José Francisco da Silva, Arquiteto e Urbanista, Florianópolis.
Tânia Maria de Oliveira, Museóloga, Florianópolis.
.

Para Assinar: As entidades e indivíduos que quiserem subscrever este documento - que será encaminhado à diferentes autoridades municipais, estaduais e federais - poderão fazê-lo enviando mensagem para o e-mail centenariocontestado@gmail.com